As duas últimas edições falaram de demissão justa.

Aquela em que a pessoa não mudou depois do feedback. Em que você teve três conversas. Em que ela ouviu, concordou, prometeu, e mesmo assim não fez. No dia da conversa final, você tinha o direito do seu lado. Tinha o histórico do seu lado. Tinha o combinado.

Esta edição não é sobre isso.

Esta edição é sobre a demissão que dói diferente. A que você precisa fazer e a pessoa não fez nada para merecer. Bom funcionário. Sério. Coerente. Entrega. E mesmo assim você vai chamar ela na sala, fechar a porta e dizer que ela está saindo.

Corte de custos. Fim de contrato grande. Fusão que reorganizou tudo. Mudança de plano que sobrou para ela. As duas que me vêm à cabeça quando paro para lembrar acabaram sendo pelo mesmo motivo: corte de custos. Empresa apertada, decisão estrutural, ninguém para culpar. E ainda assim alguém precisa entrar na sala e dizer.

Eu já fiz algumas dessas. E vou te contar uma coisa logo de cara, antes de avançar para o método: meu Deus, como é difícil.

Mais difícil que a justa. Porque na justa você tem o conforto desconfortável da razão. Você ensaiou a frase, mas tem para onde se apoiar. Na injusta você não tem nem isso. Você vai entrar numa sala e fazer uma coisa errada com quem não fez nada de errado. E ela vai te olhar, e você não vai ter argumento para se defender, porque não há defesa. Não é culpa dela.

A boa notícia, se é que existe boa notícia em algo assim, é que demissão injusta tem método próprio. Não o mesmo da justa. Outro. Eixo invertido, regras diferentes, postura diferente. E quando feita direito, ela pode até virar coisa rara: vínculo de respeito que sobra do outro lado da saída.

Eu sei porque já vivi.

Uma das pessoas que demiti assim acabou sendo recolocada por um conhecido meu. Eu indiquei. Liguei, expliquei a situação, falei que a pessoa era boa, contei o porquê da saída. Outra, na sequência, foi contratada pela minha mãe. Ela precisava de alguém, eu falei dessa pessoa, deu certo. Ficou pouquíssimo tempo desempregada. E a gente é amigo até hoje.

Não estou contando isso para parecer bonito. Estou contando porque essas duas histórias terminaram desse jeito por causa do que eu fiz nas semanas em torno da demissão. Se eu tivesse feito do jeito que líder despreparado faz, nenhuma delas terminava assim. Provavelmente nem voltariam a atender meu telefone.

A frase que eu repito comigo mesmo toda vez que entro numa dessas é esta: a demissão já é injusta. Você não precisa sacanear a pessoa.

É sobre isso esta edição.

A demissão que não é culpa de ninguém

Antes do método, vale parar um segundo na natureza dessa conversa. Porque ela não é uma versão mais pesada da demissão justa. Ela é uma conversa diferente, com regras diferentes, e tratar como se fosse a mesma coisa é o primeiro erro.

Na demissão justa, o eixo é a pessoa. Ela ouviu, ela combinou, ela não cumpriu. O líder está sustentando uma consequência que foi anunciada antes. Por mais que doa, tem coerência. O combinado não sai caro.

Na demissão injusta, o eixo se inverte. A pessoa não fez nada. Quem agiu foi a empresa. Quem decidiu foi você, pressionado por um cenário que não tinha como segurar. E mesmo assim, quem vai pagar a conta é ela. Não tem como adoçar isso, e tentar adoçar é parte do problema.

A conversa é mais difícil exatamente por causa dessa inversão.

Na justa, se a pessoa chora, você tem uma trilha para retomar. "Olha, a gente conversou três vezes, eu te avisei, você concordou que ia mudar." Na injusta você não tem trilha nenhuma. Se a pessoa chora, ela está chorando com razão. Você não tem o que retomar. Tem que ficar ali, sentado, e aguentar.

E a coisa fica ainda mais pesada porque o time observa. Time inteiro sabe que aquela pessoa entregava. Sabe que não havia o que cobrar dela. Quando ela sai, o time não pensa "ah, faz sentido". Pensa "se aconteceu com ela, pode acontecer comigo." Esse pensamento é racional, é correto, e você não vai conseguir desfazer com discurso.

Por isso o método da injusta não é só sobre proteger a pessoa que sai. É sobre também sustentar a confiança das pessoas que ficam. As duas coisas dependem de uma coisa só: como você conduz.

Eu sou uma pessoa emotiva. Eu me emociono nessas conversas. De verdade. Já aconteceu várias vezes. E demorei a entender que em demissão injusta isso não é falha de postura. É honestidade básica. Líder que entra na sala fazer uma coisa injusta e sai sem nenhum peso emocional está fingindo. Ou pior, perdeu o reflexo de saber a diferença entre o justo e o injusto, e essa perda vai aparecer em outros lugares depois.

Na demissão justa, firmeza serena é o que sustenta. Na injusta, emoção contida e honesta é parte do método. Quem está do outro lado precisa ver que você sabe o que está fazendo, e que sabe que o que está fazendo machuca.

A conversa

A primeira coisa que aprendi sobre demissão injusta é simples e quase ninguém faz: a verdade é o melhor.

Quando a pessoa é séria, está fazendo bom trabalho, é coerente, você não pode entrar na sala com história inventada. Não pode fabricar uma justificativa pedagógica para fingir que é falha dela. Não pode usar a palavra "reestruturação" como capa para esconder o que está acontecendo. Líder faz isso achando que está protegendo a pessoa do baque, e está fazendo o contrário. Está mentindo para alguém que merece a verdade.

A frase de abertura que eu uso, e que vale como molde, é mais ou menos esta:

"Não é tua culpa. Isso aqui é injusto o que eu vou fazer com você. Mas não tem o que fazer, a empresa não consegue pagar."

Vamos abrir essa frase em três partes, porque cada parte faz uma coisa específica e nenhuma é decorativa.

"Não é tua culpa." Essa é a primeira coisa que a pessoa precisa ouvir. Não a segunda, não a terceira. A primeira. Antes de qualquer contexto, qualquer explicação, qualquer pedido de desculpas. Porque o primeiro pensamento que aparece na cabeça de quem ouve "vamos te desligar" é "o que eu fiz de errado?". E se você deixa esse pensamento ficar no ar por trinta segundos enquanto explica o cenário macro da empresa, a pessoa não escuta mais nada do que você fala depois. Está revisando mentalmente os últimos seis meses procurando o erro. Tira esse peso primeiro. Depois explica.

"Isso aqui é injusto o que eu vou fazer com você." Essa parte assusta líder iniciante. Soa como auto-sabotagem, como se você estivesse confessando algo que pode ser usado contra você. Não é. É nomear o que todo mundo já sabe. A pessoa do outro lado já sabe que é injusto. O time já sabe. Você sabe. Não nomear é insultar a inteligência de quem está sentado na sua frente. Nomear é dizer "eu reconheço o que está acontecendo aqui, e não vou fingir que é outra coisa". Isso muda completamente o tom da conversa, mesmo quando o conteúdo dela continua sendo pesado.

"Mas não tem o que fazer, a empresa não consegue pagar." Essa é a parte que transfere a responsabilidade para o lugar certo. Não para você como pessoa, não para a pessoa que está sendo desligada, e sim para a situação da empresa. Situação essa que é responsabilidade da liderança, não da pessoa que está sendo demitida. Quando você diz isso, você está fazendo uma distinção que parece sutil mas é enorme: a decisão é da empresa, a entrega da decisão é minha. Eu não estou te mandando embora porque eu quis. É minha responsabilidade fazer essa entrega, e estou fazendo do jeito mais honesto que sei.

E aqui tem uma coisa que vale para qualquer conversa difícil dentro de empresa: como você diz importa muito mais do que o quê você diz. Você pode dizer qualquer coisa para uma pessoa, e a forma como ela vai receber depende muito mais de como foi dito do que do conteúdo em si.

A eficácia desse princípio depende do que foi construído antes. Se você tratou bem o colaborador no dia a dia, se foi presente, se ouviu, se reconheceu, chega um momento desses e ele vê que você está fazendo o teu máximo para que ele não saia mal dali. Ele percebe. Se você não construiu nada antes, nenhuma frase de abertura, por melhor que seja, vai segurar a conversa.

Esse é também o lugar em que a sua emoção entra de forma legítima. Eu me emociono. Já me emocionei na frente de pessoas que eu estava demitindo. E mostrar essa emoção não fragilizou a minha autoridade, ela validou que eu sabia exatamente o tamanho do que estava fazendo. Não estou recomendando que líder force emoção por sistema, isso seria performance. Estou dizendo que se a emoção vier, deixa vir. Em demissão injusta, ela é parte do que sustenta a conversa. Não é falha.

As ajudas

Aqui começa a parte que separa demissão injusta bem feita de demissão injusta que vira sacanagem.

Toda demissão injusta deveria sair da sala com pelo menos uma ajuda concreta combinada. Não promessa vaga, não "qualquer coisa me avisa". Coisa específica, com prazo, com forma. Porque a pessoa não fez nada para merecer aquilo. E ela merece a tua ajuda. É isso que ela merece.

As ajudas se dividem em dois grandes blocos. Vou abrir os dois, e depois falar do princípio que organiza a escolha entre eles.

Bloco financeiro. São cinco coisas concretas que a empresa pode oferecer quando tem como.

  • A primeira é um salário a mais. Acima do que a CLT obriga, acima do acordo. Um mês adicional, claro, declarado, sem condicional. Não é gorjeta. É reconhecimento de que a saída não foi pedida pela pessoa, e que ela vai precisar de fôlego para procurar a próxima vaga sem aceitar a primeira oferta ruim que aparecer.

  • A segunda é um bônus. Diferente do salário a mais. Bônus tem cara de gratidão, salário a mais tem cara de ponte. Os dois podem coexistir. Em algumas demissões injustas em que a pessoa contribuiu para um projeto específico que está terminando, faz sentido reconhecer aquela contribuição com bônus, mesmo que o cenário da empresa esteja apertado.

  • A terceira é um curso pago. Especialmente se a função dessa pessoa estiver em transformação no mercado, ou se você sabe que a próxima vaga dela vai exigir habilidade que ela ainda não tem. Pagar um curso não custa o que custa um mês de salário, e pode acelerar bastante a recolocação dela.

  • A quarta é contratar um headhunter para ela. Existe gente especializada em recolocação. Eles ajudam a refinar perfil, fazer match com vagas, preparar entrevista. Isso normalmente fica longe do radar do líder porque parece coisa de executivo C-level. Não precisa ser. Para cargo médio também tem profissional disso, e o valor não é proibitivo.

  • A quinta é ajuda para fazer um bom currículo. Pode ser parte do pacote do headhunter, pode ser separado. Muita gente boa entrega mal no papel. Currículo desatualizado, sem resultado quantificado, sem narrativa coerente. Quem está saindo da empresa raramente para para fazer esse trabalho, porque está em modo de urgência. Pagar para que alguém faça com calma é ajuda concreta.

Bloco não financeiro. São quatro coisas que custam tempo e atenção, não dinheiro.

  • A primeira é indicação ativa. Indicação ativa quer dizer telefone tocando, não LinkedIn ping. Você liga para conhecidos seus que podem ter vaga. Fala da pessoa. Explica o que aconteceu, explica que a saída não tem nada a ver com performance, recomenda. Isso pesa. Especialmente quando o conhecido sabe quem você é e confia na sua leitura.

  • A segunda é carta de recomendação. Não a carta formal de cartório, embora em alguns casos ela funcione. Mais útil é um texto bem escrito, datado, assinado, em papel timbrado da empresa, que essa pessoa pode anexar a qualquer candidatura. Coisa que detalha função, período, qualidades, e nomeia o motivo da saída como decisão da empresa, não como problema dela.

  • A terceira é conversa direta com o novo empregador. Quando a pessoa avança numa seleção, oferecer disponibilidade para o novo empregador te ligar, te perguntar diretamente. Isso resolve em cinco minutos uma desconfiança que demoraria semanas para se construir do outro lado.

  • A quarta é tempo. Não tempo no aviso prévio, tempo seu. Você disponível para revisar currículo, dar feedback sobre vaga, ajudar a pensar próximos passos. Café que vocês marcam dali a duas semanas. Conversa por mensagem que continua mesmo depois da pessoa ter saído.

O princípio do mínimo. A pergunta que líder honesto se faz é "e se a empresa não tem dinheiro?". A resposta é simples. Se você não tem dinheiro, o que você dá é o teu tempo. Porque é o mínimo que a gente pode fazer por uma pessoa que não merece ser demitida, quando a situação não permite que ela fique.

Quase nenhuma empresa apertada tem todas as ajudas financeiras de uma vez. Tudo bem. O que não pode acontecer é zero ajuda. Zero ajuda é a definição de sacanagem. Algum mês a mais, algum reconhecimento, alguma indicação, alguma carta, algum tempo. Algo concreto, com nome, com prazo, com data combinada. Mesmo que pequeno. Pequeno e concreto vale infinitamente mais que grande e abstrato.

E tem uma ajuda invisível, que líder despreparado nem considera ajuda, mas é a mais importante de todas: liberdade rápida.

Demite e libera. Não fica segurando, não fica travando a pessoa porque a CLT permite. A CLT permitir não é argumento. Você pode, em muitos casos, exigir que a pessoa cumpra o aviso. A pergunta é se vale a pena.

Pessoa demitida injustamente segurada no aviso é pessoa que vai passar duas semanas no escritório com a cabeça num lugar que o corpo não está. Vai perder entrevistas. Vai chegar atrasada em ligação importante. Vai escolher entre a recolocação dela e o que você combinou. E mesmo se ela escolher cumprir certinho, vai ser pior para ela e melhor em nada para você.

O que líder despreparado faz, e isso eu vi acontecer, é segurar o aviso por "princípio". Por "tem que cumprir o que combinou". Por "se eu liberar com ela, vou ter que liberar com todo mundo". Cada uma dessas frases é defesa de regra burra. A demissão injusta é a hora em que a regra pode ser flexibilizada. Se você é dono ou diretor da operação, é exatamente nesse ponto que está a tua autoridade de bom senso.

Mas para liberar rápido, a operação precisa estar resguardada antes. Quem vai cobrir os projetos em andamento, quem vai assumir interino, quais clientes precisam ser comunicados, qual transição vai acontecer. Esse trabalho é seu, e tem que estar pronto antes da conversa. Quem chega no dia sem ter pensado nessas coisas fica tentado a segurar a pessoa no aviso para tapar os próprios buracos. Isso não é cuidado com a operação. É sacanagem disfarçada de necessidade. A pessoa não tem culpa da sua desorganização.

Demite, organiza, libera, manda procurar emprego para ontem. A demissão já é injusta. Você não precisa sacanear a pessoa.

O depois

Volto às duas histórias do começo, porque elas explicam por que esta edição inteira existe.

A primeira pessoa que demiti em corte de custo eu indiquei para um conhecido meu. Liguei, expliquei a situação, contei o que tinha acontecido, falei que a pessoa era boa de verdade e que estava saindo por uma decisão estrutural, não por problema de entrega. O conhecido recebeu a indicação porque me conhece e confia na minha leitura. A pessoa entrevistou, agradou, foi contratada. Saiu de uma cadeira na quinta e estava em outra cadeira em poucas semanas. Sem ter que passar meses procurando vaga, recebendo silêncio, perdendo confiança.

A segunda foi a história que mais me surpreendeu. Demiti uma pessoa, e quase imediatamente depois minha mãe estava precisando de alguém. Era um perfil que se encaixava. Eu falei. Ela contratou. A pessoa entrou muito rápido, ficou pouco tempo desempregada, e a gente continua se falando até hoje. Não num registro de cordialidade obrigatória, registro de amizade real. Como se a demissão tivesse sido um nó dado e desfeito antes que conseguisse apertar.

Eu não conto essas histórias para parecer que tenho uma rede de contatos privilegiada. Conto porque a única razão dessas duas saídas terem terminado assim é o que aconteceu entre o "você está sendo desligado" e o "boa sorte na próxima". As ajudas concretas. A indicação ativa. A liberdade rápida. A verdade dita do jeito certo.

Se eu tivesse feito do jeito médio, do jeito que muito líder faz, nenhuma dessas saídas teria virado o que virou. A primeira pessoa provavelmente não teria respondido minha mensagem dois meses depois. A segunda provavelmente teria recusado a vaga só por suspeita do contexto. Eu não teria amizade nenhuma para preservar, porque amizade nenhuma teria sobrado da saída.

Demissão injusta bem conduzida não é apenas a coisa correta a fazer. Ela também abre a possibilidade de manter um vínculo que pode durar mais que o vínculo de emprego. Nem todo mundo vai querer manter, e tudo bem. Mas quando acontece, em muitos casos, o vínculo posterior é mais valioso que o anterior. Porque é livre. Não tem hierarquia. Não tem dependência. Sobrou porque foi escolhido pelos dois lados depois que poderia ter desaparecido.

A última ajuda, a maior delas, é a liberdade rápida. Quanto mais rápido a pessoa puder sair de verdade e começar capítulo novo, mais rápido ela volta a ser ela mesma. E quando volta a ser ela mesma, é ela quem decide se quer manter o vínculo com você. Se você segurou, sacaneou, travou, ela não vai querer. Se você liberou e ajudou, talvez sim.

E aí volto à frase que organiza toda esta edição: a demissão já é injusta. Você não precisa sacanear a pessoa.

Decência é treinável

Essa frase parece simples. Não é. Ela contém uma decisão sobre que tipo de líder você quer ser quando a empresa não te dá saída boa nenhuma. Quando o cenário é ruim, quando a decisão é forçada, quando você não tem cartas boas na mão. Nessa hora, o que está debaixo do que você faz não é estratégia. É caráter.

Demissão justa testa a tua firmeza. Demissão injusta testa a tua decência.

A boa notícia é que decência é treinável. As ajudas existem, são concretas, são listáveis. A frase de abertura existe, pode ser ensaiada. A liberdade rápida é decisão sua, dá para tomar. Você não precisa ser santo para conduzir uma demissão injusta com método. Precisa só decidir que vai conduzir, e seguir o passo a passo.

E ainda existe a chance, pequena mas real, de que daqui a alguns anos uma das pessoas que você demitiu te ligue por outro motivo, te conte como foi a vida depois, te conte um capítulo bom que aconteceu para ela, e termine a ligação dizendo que aquela demissão acabou sendo o melhor que poderia ter acontecido. Sem ironia. Sem rancor.

Quando isso acontece, é porque você fez a coisa direito. E é a única recompensa real que essa conversa difícil oferece.

Até quinta.

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E me responde esse email com o que achou, o que ficou faltando, os assuntos que você quer ver nas próximas edições. Eu leio um por um.

Guilherme Barros
Fundador da GoFusion | Criador do Líderes da Logística

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